Saíram os vencedores do Golden Cob Awards! Embora minha votação tenha sido bem expressiva na categoria SuperFan, não fui um deles. Obrigado a todos pelo carinho e apoio incondicional, pelos votos e divulgação do site pela Internet e redes sociais. Fica para uma próxima vez, quem sabe? Só o fato de ter sido indicado e reconhecido internacionalmente já é um senhor prêmio para esse simples rapaz de Recife. :)
Best Scream Queen
Debbie Rochon
Alien Vengeance
Best Leading Man
Jeffrey Combs
American Bandits
Best Rising B Actress
Bianca Barnett
In A Spiral State
Best Rising B Movie Actor
Gerald Webb
Battle of Los Angeles
Best B Movie Director
Fred Olen Ray
American Bandits
Best Efx In A B Movie
Greg Nicotero
Piranha 3D
Best Cinematography in a B Movie
Greig Fraser
Let Me In
Best Original Screenplay
Fred Olen Ray
American Bandits
Best Editing in A B Movie
Tony Randel
Monster Cruise
Best B Movie Adapatation-
Scott Kosar/Ray Wright
the Crazies
Best B Movie Release
Piranha 3D
Best B Movie Documentary
Daniel Griffith
The Bloodiest Show on Earth:Making Vampire Circus
Best B Movie Soundtrack
Midnight Syndicate
The Dead Matter
Best Sound Design In A B Movie
Patrick Giraudi
DinoCroc Vs. Supergator
Lifetime Achievement Award
George A.Romero
Bill Cothron Best Emerging Filmmaker Award
Joshua Hull
Beverly Lane
SuperFan Award,
Brian Shirley
Geek Tyrant
The B Movie Hall Of Fame
The Chiodo Brothers
Vincent Price
Albert Pyun
The Bob Wilkins Best Horror Host Award
Sammy Terry
Saiba mais:
http://www.bmoviecelebration.com/
segunda-feira, junho 27, 2011
sexta-feira, junho 24, 2011
terça-feira, junho 21, 2011
terça-feira, junho 14, 2011
Brian Trenchard-Smith e um desafio em sua carreira

De hoje em diante, eliminarei diversas pendências no Vá e Veja. Uma delas é nunca ter conversado direito com vocês sobre o trabalho de Brian Trenchard-Smith. Esse diretor inglês de nascimento é conhecido por assinar obras cultuadas pelos fãs de cinema B e exploitation realizadas na Austrália como THE MAN FROM HONG KONG, TURKEY SHOOT e DRIVE-IN DA MORTE, além de ter descoberto Nicole Kidman no juvenil BICICLETAS VOADORAS. Com exceção do último, os filmes citados marcaram um período conhecido como Ozploitation, retratado com extrema competência no documentário NOT QUITE HOLLYWOOD.
Para continuar na ativa com o passar dos anos, assim como outros realizadores, Brian acabou se aventurando no cinema “direto pra vídeo”, pois os filmes B cada vez mais perdiam o seu espaço na tela grande. A NOITE DOS DEMÔNIOS 2 e as suas duas continuações para a franquia O DUENDE (3 e 4) renderam bons lucros, além de explicitar o seu característico senso de humor para uma nova geração de espectadores. Eu faço parte dela, com muito prazer.

Brian sempre intercalou seus filmes de gênero produzidos por estúdios independentes como a Trimark com os telefilmes. Hoje em dia, praticamente tudo que Brian dirige tem a TV como destino principal. AMEAÇA SUBMARINA é um de seus vários telefilmes e o título pode ser considerado parte de um subgênero dentre as obras que lidam com a guerra, o chamado “filme de submarino”. Não se deve esperar algo como O BARCO, MARÉ VERMELHA e CAÇADA AO OUTUBRO VERMELHO quando se pensa em assistir a um “made for TV” de orçamento modesto. Mas nós estamos falando de outro desafio enfrentado por Brian, que produz e dirige esse projeto, dono de uma das histórias mais curiosas que já tomei conhecimento.
A trama do filme é centrada em Frank Habley (interpretado por Adrian Paul, Highlander - série de TV), Comandante da Marinha dos Estados Unidos que aceita cumprir uma perigosa missão submarina no mar do Japão. Ela tem um final trágico, com as mortes do Oficial Engenheiro e do Oficial Executivo e seu melhor amigo, o Tenente Comandante Tom Palatonio (Mike Doyle), por conta dos ataques de um submarino inimigo não detectado pelo radar. Habley enfrenta a Corte Marcial pelo ocorrido, que não acredita em sua versão dos fatos. Pouco depois, o Comandante recebe uma nova chance de liderar mais uma missão nas águas da Coréia do Norte, sendo que dentre os membros da sua tripulação se encontram o Tenente Comandante Steven Barker (Matthew St. Patrick) que tem autorização de tomar o controle da missão sem o seu prévio conhecimento e a Tenente Claire Trifoli (Catherine Dent), irmã de Tom que o culpa pela morte do oficial.

Eis a curiosa história de bastidores: AMEAÇA SUBMARINA possui três versões diferentes. Brian gravou cenas para duas versões de um mesmo filme: uma com temática homossexual (o longa teve financiamento da Here!, emissora de TV com programação destinada ao público LGBT) e outra ausente de maiores referências em relação a opção sexual do protagonista, intitulada “The Phantom Below” que é a versão lançada no Brasil e na maioria dos países. A terceira versão foi editada para uma distribuidora japonesa que também injetou grana na produção, mas exigiu um filme com 96 minutos de duração (a regular tem 94 minutos). Tudo filmado no Havaí em 15 dias sem colaboração da Marinha. Na versão “gay”, Habley e Tom são amantes e o fato é escondido da Marinha e dos membros da equipe, com exceção de Dizzy Malone (Matt Battaglia), Oficial de Mergulho, outro grande amigo do Comandante, hetero e casado. Claire também acaba descobrindo do relacionamento entre Habley e seu irmão. Soube da maior parte destas informações através de contato pessoal com o próprio Brian Trenchard-Smith, que tem sido bastante proveitoso. Grande cara.
No geral, AMEAÇA SUBMARINA poderia ser exibido numa Sessão da Tarde sem qualquer censura em sua versão “comum”, a qual eu assisti. Não passa de um telefilme rotineiro com violência quase nula, sem nenhuma novidade ou muito interesse em fugir do convencional, mas que diverte sem aborrecer, especialmente se você curte filmes de submarinos e sente vontade de ver mais um.
Brian escreveu sobre os bastidores da produção para o site Trailers from Hell no fim de maio. Confira o artigo do realizador clicando aqui. E saibam que já estou com o DVD brasileiro de FORÇA AÉREA 2 em mãos. Yeah!
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Guerra
sexta-feira, maio 27, 2011
Parabéns aos Cavalheiros do Horror

Não posso deixar de registrar o quanto esses últimos dois dias significam para nós, cinéfilos do horror, que tem o prazer de acompanhar o trabalho dos três ilustríssimos senhores da foto acima.
Ontem, 26 de maio, Peter Cushing completaria 98 anos.
Hoje, Christopher Lee completa 89 e Vincent Price chegaria aos 100!
Hoje, Christopher Lee completa 89 e Vincent Price chegaria aos 100!
Muito obrigado por tudo!
Se o caro leitor estiver no Rio Grande do Sul, eu imploro para que você não perca a sessão de O ABOMINÁVEL DR. PHIBES na sala PF Gastal, hoje às 20h15 em celebração ao centenário de Vincent Price. Para maiores informações, acesse o blog Cinema Ex-Machina!
Confira também a bela homenagem do blog Viver e Morrer no Cinema ao lendário Price.
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The Deadliest Prey!
David A. Prior nem deixou a poeira baixar com o teaser de NIGHT CLAWS e já anunciou a produção de THE DEADLIEST PREY, continuação de EXTERMÍNIO DE MERCENÁRIOS. E com um teaser, deixando claro que David Campbell e Ted Prior voltarão na pele de seus respectivos Hogan e Mike Danton, protagonistas de um dos maiores clássicos da cinema bagaceiro dos anos 80. Confira!
Prior também abriu uma página no Kickstarter para arrecadar doações dos fãs: http://www.kickstarter.com/projects/1585039081/the-deadliest-prey
Prior também abriu uma página no Kickstarter para arrecadar doações dos fãs: http://www.kickstarter.com/projects/1585039081/the-deadliest-prey
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quarta-feira, maio 25, 2011
REFLECTIONS OF EVIL (2003, EUA)

“Que porra é isso?”
Taí uma pergunta que me veio diversas vezes (no bom sentido) enquanto assistia REFLECTIONS OF EVIL. O filme de Damon Packard é um exemplo de cinema underground em estado extremo, vindo de alguém que sabe muito bem do que está fazendo.
Packard tem uma visão ácida e pessimista a respeito da indústria do cinema. Para ele, a criatividade praticamente morreu com o final dos anos 70. É essa década que será homenageada em REFLECTIONS, a começar por uma montagem que o apresenta como se fosse um telefilme da ABC Movie of the Week, emissora que nos trouxe pérolas do calibre de CRIATURAS DA NOITE, que já foi refilmado em produção de Guillermo Del Toro e O AMULETO EGÍPCIO, de Curtis Harrington. O próprio título remete a estes filmes que foram tão marcantes para o realizador, como REFLECTIONS OF A MURDER, refilmagem da ABC para o clássico de Henri-Georges Clouzot, AS DIABÓLICAS. Ninguém mais, ninguém menos que Tony Curtis é o apresentador da produção, editado diretamente de uma introdução feita para o DVD de um outro filme qualquer e que tem a voz trocada por um dublador quando informa o nome do diretor e o título do longa.

Os créditos iniciais se utilizam da música-tema de Ennio Morricone para O VENTRE NEGRO DA TARÂNTULA e mostram um importante personagem do filme correndo sem rumo em câmera lenta, pelas ruas e praças de Los Angeles. Trata-se de Julie (Nicole Vanderhoff), uma garota que morreu por uma overdose de PCP durante os anos 70. Ela é irmã de Bob (vivido pelo próprio diretor), o nosso protagonista, um vendedor de relógios obeso que está prestes a partir desta para melhor a qualquer momento por intolerância a sacarose. Uma boa porção do filme é dedicada a sua rotina: xingar e ser xingado, agredir e ser agredido pelos mendigos, policiais, transeuntes e moradores de LA. O homem passa o dia inteiro oferecendo os relógios que ninguém compra e a comer porcarias que só agravam seu estado de saúde.
A longa cena de vômito é um dos momentos mais notórios da produção, assim como a sequência onde Bob é atacado por um grupo de cachorros num subúrbio. São momentos que reforçam a sensação de estarmos diante de uma carta de amor e ódio para Los Angeles em forma de cinema. Os veteranos do Vietnã, representados pela participação especial de Tim Colceri (numa referência ao seu personagem em NASCIDO PARA MATAR, de Stanley Kubrick), também não escapam da mira de Packard, assim como a cultura pop e duas de suas maiores influências: George Lucas e Steven Spielberg. E onde Julie entra nisso tudo? Ela é uma espécie de anjo da guarda para Bob e volta e meia aparece em flashbacks, em um deles ela observa o jovem Spielberg dirigindo seu primeiro longa, o telefilme SOMETHING EVIL de 1972.

Se o leitor está achando tudo isso uma verdadeira zona, então saiba que o filme inteiro usa e abusa de uma edição frenética e muitas vezes esquizofrênica para compor a sua narrativa e não me refiro apenas a edição de imagem, mas a de som também. Praticamente todas as vozes foram dubladas e/ou adicionadas na pós-produção, trechos de trailers, vinhetas e filmes como GUERRA NAS ESTRELAS, SOB O DOMÍNIO DO MEDO e O ILUMINADO podem ser ouvidos durante o desenrolar do filme. Isso sem falar das já citadas imagens de arquivo. O respeito às leis de direito autoral é zero, o que impossibilita sua exibição na TV e distribuição fora do meio underground.
Conta-se que REFLECTIONS OF EVIL apenas foi realizado por conta de uma herança que Packard recebeu de um parente rico, o cara gastou toda a grana na produção realizada no melhor estilo 'cinema de guerrilha' e na posterior distribuição do filme em DVD, numa tiragem de 23.000 cópias gratuitas deixadas em cinemas, restaurantes, bancas de revista e também enviadas através de correios. O esforço de Packard foi válido e o filme abriu caminho para seus trabalhos posteriores, que dialogam com esse primeiro e último longa do realizador, até o momento. Não é qualquer um que consegue fazer de uma visita no parque da Universal Studios algo que poderia ter saído de um pesadelo. Uma das atrações é "A Lista de Schindler: Um Passeio".
REFLECTIONS OF EVIL é um caso clássico de “ame ou odeie”, uma forte experiência cinematográfica da qual texto algum fará justiça. Existem três versões do filme, A primeira de 138 minutos, o segundo corte de 2004 com 116 minutos (a que eu assisti) e a terceira de 90 minutos, feita a pedido de uma distribuidora estrangeira. REFLECTIONS pode ser assistido no YouTube, onde Packard também disponibiliza a maior parte de suas produções.
Para adquirir esse e outros filmes com o próprio realizador em DVD, além de diversas raridades, acesse o blog: http://damonpackard.wordpress.com/
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terça-feira, maio 17, 2011
quinta-feira, maio 12, 2011
81 anos de Jess Franco

The Blood of Fu Manchu (1968)
Succubus (1968)
Venus in Furs (aka Paroxismus, 1969)
The Bloody Judge (1970)
Eugenie... the Story of Her Journey Into Perversion (1970)
Count Dracula (1970)
Vampyros Lesbos (1971)
She Killed in Ecstasy (1971)
Female Vampire (aka Erotic Kill, 1973)
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quarta-feira, maio 11, 2011
Farewell, ladies

Dolores Fuller(1923 - 2011)

Dana Wynter(1931 - 2011)
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RESPOSTA ARMADA (Armed Response, 1986, EUA)

Quem curte uma boa tralha de vez em quando deve conhecer algo dirigido por Fred Olen Ray. Responsável por verdadeiras pérolas como VALE DA MORTE e HOLLYWOOD CHAINSAW HOOKERS, Ray é notório, assim como o amigão Jim Wynorski, pelos seus inúmeros softcores, filmes de terror e ação para lançamento direto em vídeo com cenas de grandes produções “coladas” na maior cara de pau para poupar orçamento. RESPOSTA ARMADA talvez seja um de seus projetos mais caros, pela simples escalação de um dos melhores elencos já reunidos na história do cinema B.

A trama do filme tem início com o detetive particular Cory Thorton (Ross Hagen) e Clay Roth (David Goss), sendo contratados por Akira Tanaka (Mako), um chefão do crime japonês, para recuperarem uma estátua roubada. Chegando ao local da negociação, a dupla se encontra com dois escroques chamados Steve (Dick Miller) e Deborah (Laurene Landon). A negociação não é bem sucedida e um tiroteio acontece. Cory acaba fugindo com o dinheiro dos japoneses e deixa o seu parceiro ferido à espera da morte. Clay pega o objeto e entra em contato com sua família, composta pelo ex-policial Burt (Lee Van Cleef) e seus irmãos Jim (David Carradine) e Tommy (Brent Huff), ambos veteranos do Vietnã, mas acaba morrendo antes de dizer qualquer coisa. O patriarca prefere esconder a estátua da polícia, pois a sua maior intenção é descobrir toda a verdade e, tendo a ajuda dos filhos, fazer justiça com as próprias mãos.

RESPOSTA ARMADA é um filme de ação simpático que funciona pela completa falta de pretensão. O roteiro de T. L. Lankford não apresenta maiores novidades e a direção de Ray é ausente de frescuras. Tudo bem simples e sem muita enrolação. É prazeroso assistir Van Cleef, Carradine e Huff como pai e filhos, além do time de vilões roubando boa parte do show. Como sempre, Michael Berryman - o eterno Pluto de QUADRILHA DE SÁDICOS e aqui fazendo um sádico capanga oriental (!!!!) - se impõe pela presença insana. Ross Hagen então nem se fala, o veterano ator B compõe um daqueles tipos que o espectador adora odiar. Não posso deixar de mencionar as pequenas participações do sempre “cool” Dick Miller, Cary-Hiroyuki Tagawa mostrando porque seria o asiático mais maligno da história do cinema americano e Michelle Bauer, estrelinha em vários filmes de Ray, mostra toda a sua saúde fazendo um striptease. Atriz boa.
Mesmo que pareça ter sido filmado em menos de duas semanas, o filme tem cenas memoráveis. Dentre elas, destaco o personagem de Berryman, vestindo um broche do “smiley” na roupa, matando brutalmente um dos Roth com uma calibre 12 e Carradine dizendo “Rest in Peaces!!” (traduzindo: Descanse em Pedaços) após explodir um bandido. Vale dar uma espiada em RESPOSTA ARMADA, trata-se de um dos mais divertidos filmes de Fred Olen Ray que ainda se beneficia pela reunião de monstros sagrados do cinema B no elenco. Isso já é o bastante.
Dedicado em memória de Ross Hagen (1938-2011)
domingo, maio 08, 2011
terça-feira, maio 03, 2011
Partidas...
William Campbell(1926 - 2011)
Yvette Vickers (1936 - 2010)
Obrigado
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quinta-feira, abril 28, 2011
A ficha ainda vai cair...

Fui indicado a um prêmio internacional, "The SuperFan award" no Golden Cob Awards, do B Movie Celebration, um evento de cinema B que acontece anualmente em Franklin, Indiana, EUA. A edição deste ano ocorrerá de 23 a 25 de setembro. A ficha não está caindo.
É uma honra estar cercado por tantos nomes que considero, que amam e fazem do fazer cinema B e de gênero uma arte, como Chuck Cirino, William Girdler, Steve Latshaw, Ted V. Mikels, Vincent Price, Albert Pyun, Fred Olen Ray, Chris Ridenhour, Jim Wynorski e outras figuras queridas deste universo. A ficha ainda não caiu direito.
E ainda me deram o título de "Brazilian B Movie Guru" que é muito lisonjeiro, mesmo que eu tenha muito a aprender e a fazer. Mais do que nunca, sinto que é hora de dar o melhor de mim para vocês, que acompanham o blog e minha opinião de hoje, de anos atrás ou desde as minhas primeiras aventuras.
Não sou político, mas peço o seu voto de confiança! Vote em Osvaldo!
Obrigado pelo seu tempo e consideração! :)
quarta-feira, abril 27, 2011
THOR em dose tripla

Saiba mais sobre ALMIGHTY THOR e THUNDERSTORM: THE RETURN OF THOR. Eu aposto que eles devem ser mais divertidos que o blockbuster da Marvel, especialmente a produção da The Asylum. Esse filme tem tudo para ser outra pérola do cinema sem noção praticado pela produtora e distribuidora. O trailer é nada menos que sensacional!! Thor detonando com uma UZI!! Yeah, baby, yeah!!
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The Asylum
Algumas palavras sobre ROCKY IV
Texto escrito para o curso de extensão / ciclo de cinema "Vida é jogo, jogo é História! Esporte e civilização" na UFRGS.Clique na imagem de Rocky Balboa para ler.
ROCKY IV é um dos filmes exibidos na programação, saiba mais conferindo o blog do evento: http://www.ciclohistoriacinemaesporte.blogspot.com/
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UFRGS
6° Cinefantasy abre inscrições para filmes de horror, ficção científica e fantasia
Estão abertas as inscrições para a sexta edição do Festival Internacional Cinefantasy, evento que acontecerá entre 30 de agosto e 11 de setembro em vários espaços culturais da cidade de São Paulo.Diferente do que o Brasil está acostumado a assistir em termos de festival, o Cinefantasy incentiva, divulga e debate a diversidade temática no cinema nacional há cinco anos. Hoje é um evento de grande porte, cuja programação é totalmente voltada ao cinema fantástico.
O material gráfico do Festival apresenta, neste ano, uma divertida, e ao mesmo tempo sombria, ilustração criada especialmente pelo animador e designer Victor-Hugo Borges. O caráter lúdico e fabuloso dessa criação delineia perfeitamente o conceito do Cinefantasy.
O que é o cinema fantástico? É um termo usado para unir todos os gêneros que têm um pé no real e outro no irreal. Ou seja, horror, ficção científica e fantasia são subgêneros que integram o fantástico.
O Festival nasceu em 2006 no litoral de São Paulo, migrou para a capital paulista há três anos e hoje ocupa três salas de cinema durante duas semanas. A edição de 2010 consolidou o Cinefantasy como o principal festival de gênero no país, tendo o reconhecimento do público, crítica e mídia.
Com programação dividida em mostras competitivas (curta-metragem, longa-metragem, Desafio Mestre dos Gritos), mostra paralela e atividades de formação, o Cinefantasy visa fomentar a produção do cinema fantástico e a formação de público.
As mostras competitivas selecionam o melhor do mundo em curtas e longas-metragens do gênero fantástico para competir pelo cobiçado prêmio “Corpo-Seco Dourado”. Em 2010, os longas que conquistaram a estatueta foram o belga “Christopher Roth”, o húngaro “1” e o anglo-romeno “Strigoi”; na competitiva de curtas, o gaúcho “Quiropterofobia”, o paulista “Coda”, o francês “La Revelacion” e o argentino “Deus Irae”.
A mostra paralela traz retrospectivas, homenagens, exibições temáticas e encontros com diretores e figuras de importância para o universo fantástico. O Festival também oferece oficinas, workshops e palestras gratuitamente.
Parcerias e intercâmbios com entidades e eventos estrangeiros são provas do prestígio internacional que o Cinefantasy conquistou. Em 2010, uma seleção dos vencedores do 4º Cinefantasy viajou pela América Latina, sendo exibida em festivais da Aliança Latino-Americana Fantafestivales, da qual o Cinefantasy é membro fundador. O Cinefantasy também faz parte da recém-criada Aliança Internacional de Filmes de Gênero.
Inscrições
As inscrições para o 6° Cinefantasy poderão ser feitas no período de 15 de abril a 26 de junho, pelo site do Festival. Para conhecer o regulamento e se inscrever, acesse o endereço www.cinefantasy.com.br.
O participante terá três opções de competitiva: Curta, Longa e Desafio Mestre dos Gritos.
Serão 15 prêmios para a categoria Curta-Metragem e 12 para Longa-Metragem. Entre os prêmios estão: Melhor filme de Horror, Melhor Vilão, Melhor Vítima e Melhor Criatura. O prêmio Mestre dos Gritos será entregue ao filme que arrancar mais gritos e sustos da plateia em, no máximo, 5 minutos.
Serviço:
6º CINEFANTASY
Inscrições: até 26 de junho
www.cinefantasy.com.br
contato@cinefantasy.com.br
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