terça-feira, abril 12, 2011

Primeiro episódio de Mortal Kombat: Legacy



Jax (Michael Jai White), Kurtis Stryker (Tahmoh Penikett), Sonya Blade (Jeri Ryan) and Kano (Darren Shahlavi) star in episode 1 of the all-new Mortal Kombat: Legacy live action series, presented exclusively by Machinima.com and Warner Brothers

domingo, abril 10, 2011

Sidney Lumet (1924-2011)





A palavra Cinema deve muito de sua força e significado a Lumet.
Obrigado por tudo.

terça-feira, abril 05, 2011

85 anos de Roger Corman

Parabéns, Mestre!

"Other writers, producers, and directors of low-budget films would often put down the film they were making, saying it was just something to make money with. I never felt that. If I took the assignment, I'd give it my best shot."

"One of the worst things you can do is have a limited budget and try to do some big looking film. That's when you end up with very bad work."

quarta-feira, março 30, 2011

O evento de cinema mais fantástico de 2011

Lamberto Bava no Fantaspoa 2011

Fantaspoa informa:

Daqui a três meses, no dia 1º de julho, terá início a VII edição do Fantaspoa – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre. O festival irá ocorrer até o dia 17 de julho.

O Fantaspoa está com as suas inscrições abertas, para curtas e longas-metragens até o dia 22 de abril. Os interessados em obter maiores informações podem acessar o site www.fantaspoa.com.

O convidado homenageado desta edição é o ilustre diretor italiano Lamberto Bava.

Lamberto é a terceira geração de cineastas da família Bava. Seu avô, Eugenio Bava, era câmera e especialista em efeitos ópticos nos primórdios do cinema mudo italiano. Seu pai, o renomado Mario Bava, trabalhou como diretor de fotografia, roteirista e diretor, tendo trabalhado em mais de 70 filmes ao longo da sua carreira e é lembrado como um dos grandes nomes da era de ouro do Cinema de Horror Italiano.

Após trabalhar 15 anos com seu pai, como assistente de direção e roteirista em diversos filmes, e tendo colaborado com Dario Argento e Ruggero Deodatto, partiu para a direção de seu primeiro filme Macabro (Macabre), roteirizado por, entre outros, o grande cineasta Pupi Avati, em 1980. Lamberto dirigiu mais de 30 filmes em sua carreira, contando com títulos para o cinema e para a televisão, tendo realizado três novos filmes em 2010 e 2011.

A mostra que será apresentada no Fantaspoa conta com 16 títulos: 8 filmes dirigidos por Lamberto Bava e 8 filmes dirigidos por Mario Bava.

O diretor estará presente em Porto Alegre entre os dias 05 e 08 de julho, participando de debates com o público diariamente.

terça-feira, março 29, 2011

L'Ultimo Pistolero (The Last Gunfighter)



Compartilhado do blog da escritora Joanne Walpole

Farley Granger (1925-2011)


Matéria "O Clube do Horror", Caderno C, Jornal do Commercio

Houve uma pequena confusão nas minhas últimas falas. Usei alguns termos quando perguntado das características do gênero (gore, slasher, o que era um filme trash etc.) e exemplifiquei. Entrevista feita em sua maior parte pelo telefone, já estou ficando meio traumatizado com elas... é a segunda vez que isso me acontece! (risos). São coisas da pressão que todo jornalista encara quando tem de fechar um texto o mais rápido possível. Mas a matéria não deixa de ser bacana.

Obrigado, Ingrid! Me surpreendi demais com seu interesse e curiosidade. Conte comigo sempre. :)

O Clube do Horror
Publicado em 28.03.2011
Eles cresceram tomando sustos diante da TV – e adorando isso –, não se importando se é uma produção trash ou um clássico

Ingrid Melo
imelo@jc.com.br


Se você é daqueles que passa mal só de lembrar do interessantíssimo remake de A noite dos mortos vivos (Tom Savini, 1990) que tanto assombrou a sua Sessão da tarde, é melhor abrir os olhos com o seu vizinho, bater a porta e fechar o trinco. E o espanto aqui é que, apesar de ser pouco exaltado por críticos e estudiosos, tem muita gente fã de cinema que é fanática pelo gênero do terror e não troca um Lúcio Fulci por nenhum Woody Allen.

É o caso de Lucas Freire, estudante do terceiro período de Cinema na UFPE, que ainda criança começou a se interessar pelos sustos que tomava em frente à tevê. “Adorava assistir às sessões do Cinema em casa, que passavam à tarde no SBT. Os filmes A bolha assassina (Chuck Russell, 1988), O monstro do armário (Bob Dahlin, 1986), e o ótimo O ataque dos tomates assassinos (David Denneen, 1978) marcaram época para mim”, conta.

Aos 12 anos, Lucas saiu decidido de casa e foi à locadora em busca de O exorcista – Versão do diretor (William Friedkin, 2000), mesmo sabendo que o filme era para maiores de idade “Tinha visto cenas na televisão de Regan (Linda Blair) descendo as escadas de costas. Fiquei muito curioso e não via a hora de assistir. O resultado foi uma semana com a sensação de que o Pazuzu (o demônio do longa) era a minha sombra”, diverte-se.

A mania de perseguição também atingiu Caio Cagliani, colega de Lucas, quando mais novo. Outro fã do paracinema, Caio começou sua aventura pelo mundo do horror com O brinquedo assassino (Tom Holland, 1988). “Trancava as bonecas da minha irmã no armário, pois tinha certeza de que iam me matar”, revela.

Segundo pensa o estudante, o contato com filmes de terror começa ainda na infância devido ao interesse da criança pelo proibido. “Você não deve assistir aquilo, então sente um desejo arrebatador de fazê-lo”, teoriza. Há, também, a pressão dos amigos. “Na escola, era quase uma prova de coragem: ‘Ah, você já viu tal filme?’ e o desafio estava feito, você ia ter que assistir para não ficar como manhoso”, recorda.

De acordo com o especialista em filmes de horror Osvaldo Neto, editor do blog Vá e Veja (http://blog.vaeveja.com) e colaborador de sites como o Boca do Inferno, o que chama a atenção do público é o ar fantástico que permeia essas produções. “O meu interesse por cinema se deu com Gremlins (Joe Dante, 1984). Foi a produção que me fez sentir que estava diante de uma arte onde tudo era possível”, afirma.

E isso é percebido desde os primórdios do segmento. Drácula (Tod Browing, 1931), considerado um marco no cinema de horror por estimular a produção de filmes desta linha – no mesmo ano a Universal Pictures lançaria Frankenstein, de James Whale – já anuncia o ar surreal com um homem que vira morcego. O próprio Frankenstein abusa do ar fantástico com um monstro criado em laboratório que se volta contra o seu criador.

Osvaldo acredita que o gênero é o que possui maior liberdade de ousadia e que isso fascina tanto realizadores quanto consumidores do produto. “Nós estamos falando de um cinema diferente e complexo, com possibilidades infinitas de realização, em orçamentos de qualquer tamanho”, ressalta.

E a prova se dá quando assistimos a O ataque dos zumbis dançarinos 2, que conta com a participação de Lucas e Caio, como diretor de arte e ator, respectivamente. O curta é resultado de uma disciplina cursada por eles na faculdade e conta a história de pessoas que se tornam zumbis ao escutarem suingueira. “O filme foi feito bem no espírito do ‘cinema trash-independente-universitário’. Nenhum orçamento, pouco tempo e muita disposição. A gente se reuniu num domingo, na segunda o roteiro estava escrito, na terça gravamos as internas, na quinta gravamos as externas e no final de semana foi feita a montagem”, conta Lucas.

Aliás, falta de orçamento é o que mais contribui para que o filme de horror permaneça na marginalidade em quase todo o mundo – o gênero é tão desprezado pela Academia que Hollywood criou o Scream Awards para fazer coro ao Saturn Award, lançado por Donald Reed em 1973 com o intuito de mostrar que o paracinema não tem que ser, necessariamente, trash. “Há muitos filmes bons que seguem essa linha. Filmes que podem estar em qualquer sessão de arte. Pelo amor e pela morte (Michele Soavi, 1995), por exemplo, é um filme excelente, Deixa ela entrar (Tomas Alfredson, 2008) foi super elogiado”, defende Osvaldo.

Segundo ele, há uma estigmatização do paracinema devido a sub-gêneros como o “gore” e “splatter”, em que a violência é explícita e/ou ocorre de maneira exagerada. Dificilmente se pensa em filmes como o sádico e inteligente À meia noite levarei sua alma (José Mojica Marins, Zé do Caixão, 1963), que, ao mesmo tempo em que é underground e assustador, vale-se de um terror psicológico da mais elevada estirpe. “Há também uma referência muito recorrente aos filmes do gênero ‘slasher’, que se caracterizam por envolver assassinos em série e foram muito popularizados pelo cinema americano. Eles são trashes por princípio, e não devem ser menosprezados por isso, mas são apenas um segmento”, acrescenta.

Todavia, não importa a subclassificação, o que faz bom o cinema de horror é o ponto que o unifica: o desconforto que causa em quem assiste. O resultado pode ser gargalhadas, susto e até mesmo choro, mas sempre será permeado pelo medo. E não há nada mais fascinante. “É como se existisse um jogo entre o espectador e o filme. Você paga pelo ingresso, entra na sala de cinema sabendo que aquilo ali vai te causar medo, sustos e tudo o mais, mas mesmo assim isso te atrai. É uma certa atração pela repulsa, ou algo por aí...”, tenta definir Lucas. E é bem por aí.

quinta-feira, março 24, 2011

Let Sleeping Corpses Lie, 4a. Sessão

Mesmo com as risadas aqui e ali, a sessão de LET SLEEPING CORPSES LIE foi curiosa. O público, em sua clara maioria de iniciados ao estilo, pareceu entender mais as diferenças entre esses filmes e o que é feito hoje, como na série The Walking Dead e os filmes recentes de Romero.

É nesta quinta-feira que temos a penúltima sessão da Spaghetti Zombies, TERROR NAS TREVAS, o notório "video nasty" dirigido por Lucio Fulci, apresentado ao público da mostra na última terça-feira com A Casa do Cemitério. Um filme obrigatório a quem deseja compreender melhor o cinema de horror italiano. Hoje às 19 horas no Cinema da Fundação - Sala João Cardoso Ayres. Entrada franca.

quarta-feira, março 23, 2011

Entrevista com Jorge Grau (Let Sleeping Corpses Lie)

Contém SPOILERS. Recomendável assistir após ter visto o filme.





A Casa do Cemitério, 3a. Sessão

Ok, boa parte do público da sessão Fulci confirmou que a Spaghetti Zombies está sendo vista por alguns como uma mostra de cinema Trash, o que não confere. Só porque temos dois filmes que podem ser considerados parte da categoria não quer dizer que ela se aplica para toda a programação. Sabia que teria de lidar com isso...

Filme de hoje: LET SLEEPING CORPSES LIE (1974), de Jorge Grau

terça-feira, março 22, 2011

Gargalhadas na Spaghetti Zombies


A idéia de começar a semana com ZOMBI 3 funcionou, a sala João Cardoso Ayres ficou lotada, teve gente sentada no chão. A quantidade absurda de cenas e dialogos memoráveis vindas da mente de Claudio Fragasso recebeu gargalhadas e aplausos do público. Outro dia de sucesso para a Spaghetti Zombies. Agradeço a todos que estão divulgando e participando da mostra! Até mais tarde.



Filme de hoje: A CASA DO CEMITÉRIO (Quella villa accanto al cimitero aka House by the Cemitery, 1981), de Lucio Fulci

sábado, março 19, 2011

Sucesso na 1ª sessão da Spaghetti Zombies

O Cinema da Fundação estava praticamente lotado em plenas 14hrs de um sábado. Tivemos um público maravilhoso na primeira sessão, com DELLAMORTE DELLAMORE. As pessoas embarcaram no filme, gargalhadas eram ouvidas nos momentos certos, inclusive. Não esperavamos uma recepção tão acolhedora. Obrigado aos presentes e todos que estão divulgando e prestigiando o evento.

Também fomos presenteados com a matéria de Luiz Joaquim, da Folha de Pernambuco sobre a Mostra, na edição deste sábado.

http://www.folhape.com.br/index.php/caderno-programa/626522-sangue-sexo-e-gargalhadas

Spaghetti Zombies é capa do caderno Viver, Diário de Pernambuco


sexta-feira, março 18, 2011

quarta-feira, março 16, 2011

Histórias dos Mortos-Vivos

Matéria do jornalista e crítico de cinema Marcelo Miranda sobre "Zumbis: O Livro dos Mortos", de Jamie Russell, publicado no Brasil pela Leya/Barba Negra, para o jornal O Tempo, de Belo Horizonte.
Fui entrevistado para ela em companhia de uma senhora dupla: Leandro Caraça e Laura Cánepa.


Teasers de BRING ME THE HEAD OF LANCE HENRIKSEN