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segunda-feira, maio 14, 2012

Posters e trailers de PIRANHACONDA

Roger Corman e Jim Wynorski juntos novamente para mais um épico do "creature feature". A estréia no canal SyFy (cara, odeio escrever esse termo assim...) se dará no dia 16 de junho.





quinta-feira, fevereiro 23, 2012

terça-feira, abril 05, 2011

85 anos de Roger Corman

Parabéns, Mestre!

"Other writers, producers, and directors of low-budget films would often put down the film they were making, saying it was just something to make money with. I never felt that. If I took the assignment, I'd give it my best shot."

"One of the worst things you can do is have a limited budget and try to do some big looking film. That's when you end up with very bad work."

quinta-feira, março 10, 2011

Boas Notícias

David A. Prior terá o seu retorno atrás das câmeras em NIGHT CLAWS, um filme de terror cujo elenco principal ainda está sendo confirmado, mas como já podemos notar no 'teaser poster' acima, temos nomes que farão a alegria dos seguidores do diretor como Reb Brown, Ted Prior (claro!), David Campbell e Frank Stallone. A produção é de David A. Prior, Fabio Soldani, A. Wade Miller, Tom Stout e Tara Kleinpeter que juntos fizeram THE ONE WARRIOR, que agora se encontra em pós-produção.


No último domingo, foi iniciada a produção de PIRANHACONDA no Havaí, o mais novo épico de Jim Wynorski para o canal SyFy produzido por Roger Corman que também se encontra nas locações. O site Dread Central confirmou os principais atores que foram escalados para o longa, entre eles, Michael Madsen, Rachel Hunter, Diana Terranova e Kurt Yaeger. Leia mais

Na semana passada tivemos a notícia que Ruggero Deodato e Giovanni Lombardo Radice farão uma continuação de THE HOUSE IN THE EDGE OF THE DARK na semana passada. E ontem foi a vez de Sergio Martino declarar que fará TORSO 2 em Outubro através de sua página no Facebook. Tomara que o projeto saia mesmo do papel, será muito bom vermos esse mestre do cinema popular italiano de volta ao gênero que o consagrou.

quinta-feira, janeiro 13, 2011

VeV Especial: CHOPPING MALL (1986, EUA)

"Onde comprar pode custar um braço e uma perna!"

Dono de uma das mais famosas taglines do cinema B americano, CHOPPING MALL fez Jim Wynorski alguém a ser notado pelos fãs do estilo. Nada mal para um segundo longa, realizado logo após sua estréia em O IMPÉRIO PERDIDO. Um dos maiores responsáveis pelo fato da produção continuar sendo tão lembrada entre os fãs do estilo é a narrativa despojada e bem humorada que se tornaria marca registrada do diretor, com queijorama em doses cavalares. Essa tendência só iria aumentar e atingir níveis absurdos em vários de seus futuros filmes, embora tenham sido poucas as vezes que Wynorski beirou à perfeição como nesta delícia de slasher oitentista com robôs assassinos. É isso mesmo, robôs!

Antes de chegarmos ao filme em si, por quê não falar um pouco dos bastidores? Jim Wynorski trabalhava no departamento de marketing da Concorde, mas não demorou muito para que Roger Corman notasse a sua desenvoltura e lhe desse mais oportunidades. De uma hora para outra, ele passou a ser creditado nos roteiros de SORCERESS (dirigido em 1982 por Jack Hill, sob o pseudônimo de Brian Stuart), SCREWBALLS e FORBIDDEN WORLD até chegar o dia em que uma distribuidora encomendou um slasher cujo principal cenário fosse um shopping center. Corman procurou o seu mais novo pupilo e disse que se ele chegasse em alguns dias com algo bom, o filme seria dirigido por ele. Em dois dias, Jim entregou o primeiro tratamento de CHOPPING MALL. O resto é história.


Como todo realizador do meio que se preze, Jim Wynorski aproveitou ao máximo os recursos disponíveis e os cenários limitados do shopping para contar a história de um grupo de jovens bobocas que serão perseguidos por três robôs assassinos, que matam com tiros de raio laser. É de Wynorski, inclusive, a voz dos robôs que sempre dizem "Obrigado! Tenha um bom dia!" após executarem as suas vítimas. Sensacional. A visível curtição da equipe também ajuda, inclusive com atores conscientes de que seus personagens não passam de estereótipos e se esbaldam com eles. O elenco também conta com a musa Barbara Crampton e participações especiais de Mary Woronov, Paul Bartel, Mel Welles, um jovem Gerrit Graham e Dick Miller. CHOPPING MALL é definitivo para a carreira de Wynorski porque foi a primeira vez onde ele se viu rodeado de talentos que iriam trabalhar ao seu lado outras vezes, como os protagonistas Kelli Maroney e John Terlesky, o co-roteirista Steve Mitchell, os adoráveis Lenny Juliano, Arthur Roberts e Ace Mask que viriam a ser atores de carteirinha do diretor. Juliano aparece logo na primeira cena do filme, onde os robôs são apresentados ao espectador.

E claro, não podemos deixar de falar do quanto o trabalho de Chuck Cirino é importante para a produção, na primeira de muitas e ótimas trilhas sonoras para Wynorski. A contribuição de Cirino é um show à parte, com uma trilha que pode sim, ser datada, mas que é divertidíssima, viciante e se encaixa perfeitamente a cada cena, a cada diálogo ridículo, a cada roupa e corte de cabelo dos protagonistas... enfim, uma trilha que, assim como o longa inteiro, é muito do cinema de gênero dos anos 80 em estado puro, no que há de melhor (ou pior, para alguns). Simplesmente hilário, demente e queijudo, CHOPPING MALL é imperdível e um dos melhores cartões de visita para o cinema de Jim Wynorski.


Falha nossa (correção 14/01): o co-autor do roteiro de CHOPPING MALL é Steve Mitchell, não R. J. Robertson, que foi um dos grandes parceiros de Wynorski como roteirista em 10 filmes.

terça-feira, julho 20, 2010

segunda-feira, junho 28, 2010

Primeira resenha de DINOCROC VS SUPERGATOR

Por Ken Tucker, da EW


Dinocroc Vs. Supergator was impeccable Saturday-night junk entertainment. The Syfy network has really tapped into a solid niche audience for cheesy, new, low-budget sci-fi-horror movies, and this one, produced by the legendary Roger Corman and featuring the late David Carradine, was goofy fun all the way.

“What the hell is going on?” asked Carradine early in this two-hour festival of square-jawed heroes, buxom babes, and monstrously bad CGI. What was going on was Carradine portraying a rich investor, Jason Drake, who was interested in using biotechnology to “create genetic Frankensteins” using “growth hormones on living creatures.”

The best thing about Dinocroc Vs. Supergator was its fast pace. The movie knew that the only way to keep us watching was to immediately immerse us in a tropical setting, get the croc and the gator chomping on tourists and one sleazeball filmmaker (the director of the “just-completed” Maniac Man 6), and zooming past the bad dialogue and acting.

Carradine’s part was filmed separately from the rest of the monster action — the idea was that his Drake had a weak heart and communicated via phone to the people in the thick of his dangerous experiments. It’s good that Carradine was kept away from most of the rest of the cast, since they were busy giving strenuously bad performances. I haven’t seen this much over-acting on a Saturday night since January Jones hosted SNL.

Foremost among the delightfully schlocky roles was Logan, a.k.a. The Cajun, a swampy hunter hired to kill the rampaging Dinocroc and the Supergator. Logan, played by Rib Hillis (now there’s an actor-name!), had the bright idea to pit the two monsters together for the movie’s big final battle. Why? Because, he said, “I know lizards, they’re pretty smart… the alligator and the crocodile are mortal enemies. We make ‘em fight, and then take out the winner.”

Dinocroc Vs. Supergator was its own sort of film mutation: Dinocroc was a 2004 Corman film (starring the great Charles Napier), while Supergator was a 2007 Corman production featuring Kelly McGillis. For Syfy, Corman melded his two properties and the result was swift ridiculousness that had good, lowdown energy. Scoff if you want, but there are gradations of junk, and I’d rather watch a TV-movie like this than CSI: Miami or America’s Got Talent any night.

quinta-feira, abril 15, 2010

Entrevista com Clay Westervelt (Popatopolis)


O primeiro contato feito entre mim e Clay se deu ao meu interesse em assistir POPATOPOLIS, um documentário sobre Jim Wynorski e as filmagens de THE WITCHES OF BREASTWICK. Gostei tanto do filme que acabei me envolvendo mais do que esperava com ele, inclusive o ajudando em submissões para festivais de cinema brasileiros. Até o momento, POPATOPOLIS está nas mãos de três conceituados festivais, dois deles dedicados exclusivamente ao cinema fantástico. É por esse motivo que não irei resenhar sobre o filme aqui no blog ou em qualquer outro veículo.

Mas havia algo em mente desde o meu primeiro contato com Clay, que era conversar sobre POPATOPOLIS e seus personagens para o Vá e Veja. Fizemos então a entrevista que pode ser lida a seguir.


VeV - "Popatopolis" pode ser sobre Jim Wynorski e as filmagens de "The Witches of Breastwick", mas também revela que o diretor é um amante de filmes B. Há quanto tempo você é um?

Lembro de ficar acordado até tarde nas noites de sábado quando garoto assistindo aos filmes do Godzilla no “Theater of the Macabre” (programa de TV) – minha mãe só me deixava assistir se eu prometesse que não dormiria na igreja no dia seguinte. Existe um sentimento de inocência e aventura nesses filmes.

VeV - Qual foi o seu primeiro filme do Wynorski e quais memórias você tem dele? (pense numa questão perigosa... hehe)

O engraçado é que lembro de quando era adolescente e procurava filmes na locadora de VHS do bairro e passando pelos títulos que eu MAIS queria alugar, como "Screwballs", "Deathstalker II" e "Scream Queen Hot Tub Party". Só fui descobrir depois que começamos a fazer "Popatopolis" que esses filmes estavam ligados a Jim. Ironicamente, não assisti a nenhum deles na época – sabia que minha mãe não deixaria eles entrarem em casa.

Jim Wynorski, em companhia dos robôs de Chopping Mall

VeV - Como a idéia de fazer um documentário sobre Jim Wynorski apareceu?

Eu tenho trabalhado como cinematógrafo e fui contratado para filmar cenas adicionais em um filme que Jim foi contratado para salvar (nota: o filme era “Bad Bizness”, estrelado por Traci Bingham da série "SOS Malibu"). A maior parte da minha equipe era da escola de cinema da USC (University of Southern Califórnia) - e quando começamos a entrar no ritmo frenético de Jim, me toquei que nenhum de nós tinha qualquer experiência com os métodos de filmagem dele – o normal em Hollywood são 25 setups (posições de câmera) por dia e Jim é famoso por completar 100!

Meu amigo Joel (Pashby) estava editando o filme e sugeriu um documentário, mas Jim levou cerca de um ano para comprar a idéia. Eventualmente, eu e ele batíamos um papo comendo sanduíches de churrasco e ele disse “Clay, eu penso que será uma comédia!”. Então eu soube que Jim estava disposto a fazer graça de si mesmo e eu fiquei terrivelmente impressionado.

As pessoas não pensam no quanto intimida ser filmado enquanto trabalha, especialmente quando você está numa posição com tanta demanda. Você gostaria de ter cada tropeço e hesitação registrados para outros assistirem? Dou muito crédito a Jim porque desde o início ele fez questão de deixar tudo rolar e rir de si próprio. Ele sabia que o filme não seria uma “peça elogiosa” de propaganda, mas ele também sabia que tenho muito respeito por ele e que não estaria fazendo esse filme se eu não o adorasse.


VeV - Eu fiquei surpreso pela forma como o filme converge entre os dois assuntos: um cineasta e a produção de filmes B e de baixo orçamento, representada pelos bastidores de "The Witches of Breastwick". Isso deve ter tomado muito tempo na edição, que é uma das melhores coisas de "Popatopolis". Essa foi uma das razões pela demora do lançamento do filme, já que "Breastwick" é de 2005?

Você está coberto de razão, Osvaldo. Esse é um filme independente de verdade, feito a partir de um orçamento sub-Wynorski, então tudo demorou mais porque precisávamos trabalhar nele ao mesmo tempo que os trabalhos pagos. Mas com certeza, a montagem tomou muito desse tempo e sinto orgulho por cada minuto dela.

Brooks Larson é um editor brilhante e o mais rápido que já vi – então isso deve dizer algo a você sobre o quanto tivemos de trabalho para fazer o filme funcionar. Eu tive todas as entrevistas transcritas, então escolhi todas as citações usáveis e rearranjei-as, fazendo um quebra-cabeça do filme sobre o meu chão inteiro. Aquilo se tornou a estrutura e Brooks começou a árdua tarefa de aparar um corte inicial de 4 horas para um documentário com 75 minutos (1h15mins) de duração e imprimir um bom ritmo a ele.

Existe a tentanção em um documentário com tamanho potencial humorístico para o realizador ser “esperto” e inserir muitas piadas. Tiro o chapéu para Brooks por ele achar uma maneira de deixar as cenas falarem por si próprias e se distanciar de fazer “comentários”. É preciso uma mão experiente, elegante para fazer isso.


VeV - É demais ver lendas como Roger Corman e o falecido Andy Sidaris falando sobre Jim. Como fã, você se sentiu nervoso de início?

Mas é claro! Roger Corman é o professional consumado, sempre no escritório às 7 da manhã e sempre pontual. Eu me espelhava nele desde que passei a trabalhar com cinema e sempre quis trabalhar com ele, então foi uma honra e um prazer sentar em seu escritório. Corman foi tão generoso quanto ao seu tempo na entrevista e tem sido um apoiador ferrenho do filme desde então – a minha admiração apenas cresceu.

Eu era menos familiar com o conjunto do trabalho de Andy Sidaris, mas encontrá-lo também me deixou um pouco nervoso. Caminhar pelo lar de Andy e Arlene foi intimidador o bastante – com um Lichtenstein em uma parede e um enorme avião suspenso no teto, eu senti que estava num museu. Adicione os sete Emmys do homem e eu estava muito acanhado. Mas Andy foi tão gentil e genuíno que em cinco minutos tudo isso ficou para trás e estavamos conversando como se fóssemos velhos amigos. Eu nunca ouvi ninguém falar algo negativo sobre Andy e sei que ele deixou muitas saudades.

VeV - As mulheres de "Popatopolis". É certo dizer que elas roubam o filme para si em muitos momentos. Algumas das melhores falas são delas. Há depoimentos das duas Julies (Smith e Strain) que reforçam a visão 'doce-amarga' do filme sobre o cinema B atual. Isso já estava em mente desde o início ou foi algo que aconteceu?

O documentário começou como um esboço da figura do Jim e essa opinião sobre o desaparecimento dos filmes B enquanto gênero começou a surgir entre as entrevistas. Eu, particularmente, achei esse discurso bem pungente. Quem o expressa no filme de forma mais sucinta é Antonia Dorian e penso que ela está certa na forma que a Internet mudou sobre a nossa relação sobre os filmes independentes e B. Creio que em dez anos iremos olhar para os filmes B dos anos 80 com afeto pelo seu senso de inocência da mesma maneira como vemos com doçura para os filmes dos anos 50.

VeV - Foi divertido assistir os bastidores de "Breastwick", mas também pode ser notado que ser parte dele não é tão divertido assim. Não sei se é verdade, mas senti que Jim às vezes gostaria de estar em qualquer outro lugar ao invés daquele set. Ele também não divide muito da sua opinião sobre os filmes B atuais. Jim preferiu ser mais reservado ou você preferiu não perguntá-lo sobre isso?

O set é um lugar estressante. Já assisti filmagens de bastidores de mim mesmo dirigindo e fico horrorizado com minha aparência “Eu juro que estava me divertindo! Por quê eu pareço estar zangado?!?”. Garanto que Jim estava curtindo. Mesmo quando ele está mais frustrado, estou certo de que não há outro lugar que ele gostaria de estar.

Sobre os comentários do próprio Jim, ele preferiu não falar muito sobre si mesmo e recusou fazer o comentário para o DVD pelo mesmo motivo, que eu respeito. Sempre fui da opinião que o seu retrato mais fiel não é pintado por você, mas por aqueles que estão ao seu redor.


VeV - Não é todo mundo que lembra dos divertidos tempos ao final dos anos 90 quando Wynorski e Fred Olen Ray fizeram os seus épicos com 'cenas de arquivo'. Qual a sua opinião sobre o uso delas?

É uma espécie de história essencial, não? Muitos enxergam o uso de cenas de arquivo como “trapaça”, sem pensar que é preciso uma experiência tremenda para incorporá-la de forma contínua e consistente ao filme. Jim é um dos melhores em fazer isso. Para usar bem esses elementos se fazem necessárias a inventividade, a criatividade e uma certa audácia.

VeV - Dan Golden ("Obsessão Nua", "Roedores da Noite") é visto no trailer, mas a entrevista acabou não entrando no filme. Assim como John Terlesky ("Deathstalker II"), conforme você me contou. Quais foram as outras entrevistas que não entraram no filme? Existem planos para elas serem extras no DVD?

Muitas pessoas, incluindo Taime Hannum, Jodie Moore e Dan Golden, foram felizes ao contribuir com o seu tempo em honra de Jim, mas não conseguimos encaixar todas elas bem no filme. Gigi Erneta foi linda e falou com muita propriedade – eu fiz de tudo para tê-la no corte final. Estamos dando o nosso melhor em relação aos extras do DVD.


Clay no festival de Raindance, na Inglaterra.

VeV – O que vem a seguir para a Imaginaut Entertainment e Clay Westervelt?

Estamos bem ocupados em desenvolvimento de séries, documentários e filmes, inclusive em um filme de terror de baixo orçamento para o qual estamos procurando investidores. Algo mais perto do tom de Popatopolis é um show cômico de reformas domésticas que estamos desenvolvendo, com um personagem principal onde o riso e o amor andam de mãos dadas.

VeV – Este é o seu espaço para enviar uma mensagem aos amigos brasileiros que estão lendo a entrevista. O que eles podem esperar de "Popatopolis"?

Espere por uma espiadinha de bom ritmo pelos bastidores de “The Witches of Breastwick”, um filme rodado em três dias. Será um passeio atribulado, mas que você irá querer repetir.


Agradecimentos a Clay Westervelt pelo tempo concedido para a entrevista e ao amigo Ronald Perrone pela força na tradução.


quinta-feira, novembro 19, 2009

The Man Got It!!

Lauren Bacall e Gordon Willis também são (e muito) merecedores de tal homenagem, mas a estrela da noite de 14 de novembro foi Roger Corman. Reparem na felicidade estampada no rosto deste monstro maior do cinema, um gênio da produção independente que nunca terá o seu posto ocupado por outra pessoa.


A felicidade de Corman é a mesma de todos os que o admiram e prestigiam estão sentindo. Foi preciso chegar 2009 para Corman ter em mãos o símbolo do reconhecimento mais significativo do cinema americano em termos de premiação que seus pupilos conseguiram ao longo dos anos. Pouco antes de entregar o Oscar ao seu mentor, Jonathan Demme perguntou a todos os presentes: "Por que demorou tanto?"

Mas além deste reconhecimento pra lá de atrasado, existe uma outra pergunta que a gente se faz: Por que a Academia não incluiu essa homenagem que já deveria ter sido feita anos atrás na cerimônia em março de 2010? Mas só de pensar nas últimas cerimônias do Oscar, vem à mente do quanto o tempo é desperdiçado em piadas dos apresentadores e números musicais que dispensam maiores comentários.

É isso aí, o dia do Rei chegou. Os súditos de Corman o saúdam neste grande e emocionante momento de sua vida, que por si só, foi um festival de emoções vividas e também compartilhadas através das obras que ele nos deixou e que agora estão em fase de produção.

Vídeos da cerimônia:

Ron Howard saúda Roger Corman

Quentin Tarantino fala de Corman (1a. parte)

Quentin Tarantino fala de Corman (2a. parte)

Jonathan Demme entrega o Oscar à Roger Corman

terça-feira, outubro 27, 2009

Entrevista com Dan Golden (OBSESSÃO NUA, ROEDORES DA NOITE, STRIPTEASER)


http://www.bocadoinferno.com

Agradecimentos a Dan, Rick Dean (em memória), Fred Olen Ray, Fernanda Oliveira e uma amiga nossa em comum, Donald Farmer, Christopher Ray, Gregory Conley, Luara Nascimento, Ronald Perrone, Jim Wynorski e, claro, o Boca do Inferno.

Aguardem que vem mais pela frente. ;)

quarta-feira, outubro 14, 2009

Imagens de DINOCROC VS. SUPERGATOR!!

DINOCROC VS. SUPERGATOR é uma produção recente de Roger Corman, sob o comando de ninguém menos que Jim Wynorski.
David Carradine marca presença, em um de seus últimos papéis.

Em 2004, Corman produziu DINOCROC. Em 2007, foi a vez de SUPERGATOR. Os dois fazem parte da recente leva de filmes de monstros em CGI, a grande maioria feitos para o canal Sci-Fi, ops, SyFy. Agora ele fez as feras computadorizadas disputarem quem come mais figurantes.

'Vá e Veja' em primeira mão, algumas imagens do filme. Elas apresentam DINOCROC, um azarado e SUPERGATOR e o cast de beldades que não pode faltar em qualquer filme de Jim Wynorski.

Clique nas fotos para ver em alta resolução.