quinta-feira, agosto 26, 2010

5º CineFantasy - Festival Internacional de Cinema Fantástico


"Em 2010, o Festival Internacional de Cinema Fantástico chega à sua quinta edição mais fantástico do que nunca. Na Programação serão exibidos curtas e longas-metragens nacionais e internacionais, além de homenagem ao cineasta brasileiro José Mojica Marins e ao colombiano Jairo Pinilla.

Nesta edição serão apresentados 154 títulos distribuídos na mostra Competitiva de Longas e Curtas-Metragens, Mostra paralela, que contará com o Panorama Israelense, Colombiano e Grego, os Melhores do Cinefantay 2009, e um filme surpresa, que será lançando no festival.

Para completar a programação, o Festival traz ainda a saudosa “Sessão da Tarde’, com exibição de clássicos como “As Sete Faces do Dr. Lao” e “Os Goonies”, a Oficina de maquiagem com Rodrigo Aragão, palestra sobre Cyberpunk japonês, além de bate-papos com convidados.

O Festival Internacional de Cinema Fantástico, acontece de 31 de agosto a 12 de Setembro, em São Paulo, nas salas do Centro Cultural de São Paulo, Cine Olido (ao lado da Galeria do rock) e sala Luiz Sérgio Person (biblioteca Viriato Correa). Atualmente é o principal evento no país dedicado aos curtas-metragens fantásticos - horror, ficção-científica e fantasia."

segunda-feira, agosto 23, 2010

Ho! Ho! Ho!

Seleção de momentos inacreditáveis nos filmes de Godfrey Ho e vídeos inspirados no trabalho deste mestre da insanidade cinematográfica.















sábado, agosto 21, 2010

Bruno S. (1932-2010)


Obrigado por tudo, Bruno.

Notas sobre "À Beira da Loucura" e o Cineclube Dissenso

Apenas hoje consegui tirar um tempinho para escrever sobre o último final de semana. De segunda-feira até ontem foi dureza. Só arranjei tempo para comer e dormir. Posso estar ficando louco, chegando um zumbi em casa, mas por outro lado, tenho estado cada vez mais feliz por ver algumas coisas bacanas acontecendo. E um desses acontecimentos se deu no último sábado, 14/08, quando a convite do Cineclube Dissenso, o Vá e Veja teve uma sessão comemorativa pelos 4 anos do blog. Exibimos À BEIRA DA LOUCURA, de John Carpenter, um de seus filmes mais importantes e sabe-se lá o porquê, menos comentados.

Através da busca do investigador John Trent (Sam Neill) a um desaparecido e famoso escritor de livros de terror chamado Sutter Cane (Jurgen Prochnow), o filme entra fundo na dualidade entre ficção e realidade tão cara ao período de realização - embora feito bem antes de CIDADE DAS SOMBRAS, EXISTENZ e MATRIX - além de pagar tributo à maneira pela qual as histórias fantásticas se propagaram pela primeira vez: a literatura. Foi através dela que mentes perturbadas e geniais como Edgar Allan Poe e H. P. Lovecraft se expressaram e continuam impressionando gerações de leitores. E como acabei de citar Lovecraft, o roteiro do também produtor executivo Michael De Luca contém diversas referências ao mestre que fazem a alegria dos fãs. Sem falar da emoção que senti ao assistir esse filme como ele merecia ser visto até então, numa sala de cinema, algo inédito no Brasil já que ele foi lançado diretamente em VHS. O excelente final, aliado ao tema musical da produção - a cargo do próprio Carpenter - que é puro rock n' roll, deixou um sorrisão estampado em meu rosto na saída da sessão. Custei a acreditar horas depois que eu tinha alguma parte nesta inesquecível sessão de cinema.

Antes de entrar na sala, reencontrei Felipe Macedo, amigo de longa data e companheiro de sessões de DVD por alguns sábados e domingos à tarde na minha antiga morada. Sua presença me deixou ainda mais confortável, já que se tratava de alguém com gosto e opinião semelhantes e por isso, tinha certeza que ele seria alguém de importância ao meu lado no debate, que por sinal, foi muito bom. Se bem que ele poderia ter acabado um pouquinho mais cedo, já que tanto aprofundamento num filme, por melhor que seja, muitas vezes acaba tirando parte de sua magia.

Mas não exagero quando digo que os debates do Dissenso são uma das razões pelas quais ele tem funcionado tão bem. E o que me atrai demais neles é a sua democracia. Os presentes que quiserem se manifestar, tecer um comentário e críticas, sejam elas positivas ou negativas, tem voz no debate, sem exceção. Eu costumo participar de todos, embora saia da maioria com a mesma opinião que tive na saída da exibição. Mas existem sessões de filmes que eu não gostei, mas que melhoraram a meu ver por conta dos debates.

Em clima de comemoração, ao final do debate, houve um divertido joguinho de perguntas e respostas, com a ajuda dos comparsas André Antônio e Luiz Otávio em duas perguntas. 4 vencedores (1 por cada aniversário hehe) levaram 1 DVD original para casa, com títulos que são a cara do Vá e Veja e gerarão futuras postagens no blog. Os discos foram os seguintes:


A CASA DO TERROR 2
com 4 episódios da série televisiva de terror da Hammer

CAÇADA NO SUBMUNDO
Clássico da PM Entertainment, com Jeff Fahey

PONTO DE ORIGEM
Telefilme da HBO com Ray Liotta e John Leguizamo

VAMPIRES AND OTHER STEREOTYPES
Primeiro longa de Kevin J. Lindenmuth, personagem obrigatório ao se falar do cinema de gênero americano dos anos 90. Este último foi um presente autografado do próprio diretor e roteirista ao espectador contemplado, que por sorte, foi o amigo Felipe. Valeu, Kevin!

Obrigado a todos os amigos do Cineclube Dissenso - André, Fernando, Luiz, Paulo, Pedro, Rodrigo e Tiago - pela grande tarde, que iniciou um dos melhores finais de semana cinéfilos que tive em bom tempo. Os outros filmes vistos foram ECOS DO ALÉM 2 (que para minha surpresa, não foi ruim), uma revisão de DETOUR - CURVA DO DESTINO e uma bela sessão no multiplex de OS MERCENÁRIOS. Tudo indica que fortes emoções cinéfilas me aguardam também neste sábado e domingo, já que o filme de hoje no Dissenso é nada mais nada menos que essa belezinha abaixo...

Mas esses são assuntos para outros dias no Vá e Veja. Até mais!

sexta-feira, agosto 13, 2010

John Carpenter no Cineclube Dissenso


Este sábado, 14 de agosto, às 14h, o Cineclube Dissenso exibe À Beira da Loucura (EUA, 1995), de John Carpenter. O cineasta, reconhecido como um dos definidores do cinema de horror moderno (Halloween, A Bruma Assassina), trabalha neste filme uma angústia do desequilíbrio que separa a ficção da realidade, numa trama sobre um famoso escritor de terror que desaparece misteriosamente. Depois da sessão, debate na sala Edmundo Morais, com a presença do amigo Osvaldo Neto, autor do blog Vá e Veja (www.vaeveja.com), que comemorou recentemente 4 anos de atividades.

À Beira da Loucura (In the Mouth of Madness, EUA, 1995)
Sábado, 14/08, às 14h
Cinema da Fundação, Recife/PE
Entrada Franca

CHARLIE VALENTINE (2009, EUA)


O dublê cineasta ataca novamente. Em CHARLIE VALENTINE, o diretor e roteirista Jesse V. Johnson segue a trilha deixada por THE BUTCHER e embarca em outra jornada carregada de fatalismo e brutalidade. Raymond J. Barry interpreta o personagem título, que pode ser visto como uma versão mais madura do Merle 'The Butcher' Hench, interpretado por Eric Roberts. Jesse continua um diretor velha guarda, de olhos mais atentos ao roteiro e na interação entre os personagens do que em movimentos mirabolantes de câmera (aka punhetagem). A atmosfera fatalista do 'noir' e um senhor elenco de figuras queridas dos amantes de cinema policial e classe B são outros pontos fortes do filme anterior que se repetem aqui.

Charlie Valentine é um gangster sessentão, mulherengo e boa vida, que contraria os conselhos do seu agente de condicional (Tom Berenger, em participação especial) para se manter longe de encrencas. Ambicioso e sem querer saber quando parar com os roubos, ele arma um grande golpe contra Rocco (James Russo), um chefão do crime local. Charlie junta a sua turma, cheia de tipos simpáticos que, entre outros, são interpretados por Vernon Wells, Keith David e pasmem, Matthias Hues.


A noite termina da pior maneira possível, com um elevado número de corpos crivados de balas e Charlie conseguindo escapar da morte. No dia seguinte, o homem busca refúgio na casa da única pessoa em que ele pode confiar: seu filho Danny (Michael Weatherly, da série NCIS), que não via o pai há longos anos. É a partir daí que o filme passa a investir mais no reencontro de pai e filho, com o rapaz fazendo de tudo para que Charlie seja o seu mentor no mundo do crime. Os dois planejam outro roubo, desta vez envolvendo o pagamento da 'taxa de proteção' na boate de strip-tease de Ferucci (Steven Bauer), onde Danny tem ganho o seu dinheirinho sem muito suor. Os dias passam e Charlie começa a notar que perdeu boa parte de sua vida apenas pensando em si mesmo, deixando de lado o filho que agora voltou a amar. Mas como em todo bom conto 'noir', o passado não perdoa, com Rocco e seus homens continuando a caçá-lo implacavelmente.

Há algo de diferente nos principais personagens de CHARLIE VALENTINE e THE BUTCHER, que são os típicos machões do crime que estamos acostumados a ver em filmes do estilo. E esse algo é uma inesperada dose de humanidade, nos lembrando de SCARFACE, O PODEROSO CHEFÃO e UMA RAJADA DE BALAS. São personagens que não passam de vermes, mas que fogem da caricatura extrema e se transformam em caras durões de credibilidade graças ao roteiro e claro, ao elenco e direção de atores.


Ajuda muito os protagonistas Barry e Weatherly terem excelente química juntos. Dos coadjuvantes de peso então nem se fala, com Russo aproveitando bem as suas aparições ao longo do filme, num daqueles papéis espertos filmados em poucos dias e locações. Ninguém faz vermes e lixos da sociedade como James Russo. Dominiquie Vanderberg como o braço direito de Rocco e Jerry Trimble se especializando em malas sem alça completam o elenco predominantemente masculino. As presenças femininas de destaque se resumem à mulher de Danny vivida por Maxine Bahns, a morena Lisa Catara e a "Blondie" de Valerie Dillman, como duas moças que conquistaram um pedaço do coração do velho Charlie. Ganha um doce aquele que adivinhar qual das duas é a 'femme fatale'.


Pode desagradar a alguns que CHARLIE VALENTINE seja um drama com personagens e cenas de ação típicas dos filmes tradicionais de gângsters, assim como os clássicos citados no penúltimo parágrafo. E, claro, o diretor não desaponta na elegância de sua câmera a cargo de Jonathan Hall e na condução dos poucos momentos de tiroteio e violência, recheados de crueza e brutalidade, mesmo que seu orçamento seja evidentemente menor do que em THE BUTCHER. Essa falta de tempo e mais recursos também se explicita na finalização do filme, há momentos em que a edição poderia ser melhor, embora em outros ela seja inspirada, como no ataque ao armazém de Rocco.

Um híbrido de drama e ação para gente grande, CHARLIE VALENTINE era o pulo que faltava para Jesse V. Johnson ser um autor. Se ele fizer um terceiro filme com outro gângster de meia idade que também seja um personagem interessante, teríamos uma das trilogias mais curiosas a surgir no moderno cinema de gênero. Ficaremos na torcida!


sábado, agosto 07, 2010

Entrevista com Chris Mackey (blog Guestar, Minds of Terror)


Chris Mackey é uma das figuras ilustres com quem mantive contato desde que passei a entrar de cabeça no cinema de gênero independente e de baixo orçamento norte-americano e, graças a Internet, conhecendo pessoas envolvidas nessa cena. Ele é dono de curiosos créditos em sua pequena filmografia e até fez uma barata assassina gigante em DEADLY SCAVENGERS (foto), de Ron Ford. Chris também comenta sobre esse cinema em seu blog Guestar e detém os direitos de um de seus pequenos filmes favoritos, MINDS OF TERROR. Hoje, ele arrecada fundos para TEED OFF, um projeto de seus sonhos que já conta com o apoio do ator e realizador David Stay (SPHERE OF LYCANTHROPE). Se você tiver alguns dólares sobrando, saiba que doações podem ser feitas através das páginas do filme nos sites Kickstarter e Indie GoGo. Na conversa para o Vá e Veja, Chris fala sobre o seu gosto por cinema, sua carreira e projetos.

VeV - O que surgiu primeiro? Fazer filmes ou escrever sobre eles?

Os dois! (risos). Eu era fanzineiro e fazia filmes amadores em super8 nos anos 70. O meu antigo "Triviazine" virou "Guestar" e esses filmes antigos tinham títulos como "A Morte Vestia Azul" e "O Caroneiro Solitário".


VeV - Quais são as suas maiores influências em escrever sobre cinema e fazer filmes?

Em escrever, as revistas " Castle Of Frankenstein" e "Famous Monsters of Filmland".

Em filmes, Charles B. Pierce e Fred Olen Ray, mas tenho Ron Ford como o meu mentor.

VeV - Já que você é um apoiador ferrenho de filmes independentes e de baixo orçamento, tenho curiosidade para saber os seus filmes favoritos neste campo. Você gosta de filmes de maior orçamento também? Caso sim, também nos diga os seus favoritos.

Filmes "B" - Shock Waves, Dark Power e Nasce um Monstro (só o original!)
Filmes "A" - Gigantes em Luta, A Corrida do Século e Deu a Louca nos Monstros


VeV - Em 2001, você foi a criatura em DEADLY SCAVENGERS de Ron Ford. Como foi a experiência de fazer esse papel? Podemos dizer que Ron Ford é alguém que merece mais reconhecimento, você o conhecia antes de fazer o filme?

Eu sempre quis ser um 'Cara com Roupa de Monstro' desde "A Criatura da Lagoa Negra" e me ofereceram o papel da Barata Gigante por conta de minha altura e vontade de fazer qualquer coisa vestido de monstro. Mas depois de ralar tanto as mãos e joelhos em arbustos por três dias... não tenho tanta certeza se eu faria isso de novo (risos).

Ron Ford é um doce, um gênio natural atrás das câmeras. Eu o conheci num show de autógrafos quando o meu filho queria encontrar Randal Malone da MTV, que estava em horário de almoço, e Ron estava na mesa dele. Foi engraçado.

VeV - Você se encontrou com John Fallon (do site Arrow in the Head) durante as filmagens de DEADLY SCAVENGERS?

Sim, a maior parte de minhas cenas foram com John. Ele era engraçado fora do set e usava o computador comunitário para escrever as suas colunas no site. Minha grande cena 'arrancando a sua garganta' foi a única não ferrada pelos produtores.


VeV - Você também fez outra criatura, "O Alien Cinza" no segmento de Ron Ford para TIME ENOUGH: THE ALIEN CONSPIRACY, uma das seis antologias de ficção da Brimstone Productions de Kevin J. Lindenmuth. Já que você também é um fã do gênero, como foi ser um Alien?

Fazer "O Alien Cinza" foi uma benção mista, ótimo personagem usando peças de roupa em filmes anteriores de Ron. Aquela máscara de rosto maneira foi usada em ALIEN FORCE com Burt 'Robin' Ward e o manto veio de WITCHCRAFT 11. Os pés foram feitos para o próprio filme e as mãos eram meus apliques de túnel do carpo! Trabalhei em DEADLY SCAVENGERS por três dias e na segunda noite, fizemos ALIEN CONSPIRACY 2. As filmagens foram na piscina de Ron, mas eu não podia ver nada e para piorar, nem sei nadar. Graças a Deus, a ex-esposa de Ron gritava a quantidade de passos que eu deveria dar.




Nota: Eles usaram minha imagem como o alien na capa, no disco, no menu e trailer... então eles reusaram ela em GREY SKIES: THE ALIEN CONSPIRACY para capa, disco e menu e fiz o IMDB me dar os créditos que os produtores esqueceram.

VeV - Em 2003, você dirigiu BOOT HILL BLIND DEAD. Fale sobre o curta.

Então, eu amava Horror-Westerns e os 'Blind Dead' e queria fazer algo relacionado com os Templários/Pistoleiro Zumbi. BHBD é um trabalho de amor, que fez muito bem para mim e outros. Ron Ford confessa que teve suas falas mais memoráveis e ele foi demais, me lembrou de Ross Hagen (visto em vários filmes de Fred Olen Ray).
Athena Demos fez o curta como um favor e no ano passado, eu a vi em um clipe da banda Rascal Flatts. Alicia 'Mistress Of The Undead' Arnold me ajudou com 'product placement' da Jones Soda e vendeu 40 cópias na convenção Fangoria naquele ano.


VeV - MINDS OF TERROR! Como você adquiriu os direitos para essa pequena pérola do cinema 'microbudget'? O diretor do filme, Mark Adams, é outro talento digno de mais atenção.

Chris Watson (produtor de MOT) me desafiou a comprar o filme dele e quando acabei o pagamento, ele me fez passar falas com Tony Todd (Candyman) para DEAD IN LOVE. Eu estou evitando sua questão? Bom, MINDS OF TERROR tem Joe Estevez, Conrad Brooks and Eric Spudic e paguei menos de 1000 dólares!!

Randy Allen, em MINDS OF TERROR



Já vendi dúzias de cópias, mas Conrad Brooks vendeu mais de 50 em pessoa! Mark Adams aprovou todas as minhas decisões executivas, novo poster, disponibilidade na Amazon.com,Indie-flix e Createspace. Estou controlando a autoração do novo DVD do filme que será relançado como LOST SOULS. Mark está feliz com meu amor por MOT.


VeV - Seu contato com Chris Watson te fez ganhar um pequeno papel em EVIL EVER AFTER. Já que tenho contato com você, me diverti com sua cena de morte (risos). Como foi fazer parte deste filme de Brad Paulson?

Chris e Paulson me deram um pequeno papel, para promover EEA como fiz com DEADLY SCAVENGERS, então... eu dirigo por 4 horas para trabalhar 30 segundos? Esse cara aqui não, eu trouxe três roupas para eles escolherem e ensaiei por 3 minutos antes da minha cena de morte! E a cena está no filme, não foi cortada! (risos).


VeV - Alguma notícia sobre CANNIBAL COP? Sua página do filme mostra que você foi inspirado pelo demente personagem interpretado por Ford Austin em EVIL EVER AFTER. Isso ainda está funcionando para o filme?

Estou meio sensível sobre esse projeto que está em pré-produção, mas Ford conseguiu financiamento para alguns filmes e há rumores que papéis principais foram oferecidos para Sybill Danning e Corey Sosner. O primeiro tratamento do roteiro foi escrito por Chris Watson e tenho uma "Versão Vômito" de novos tratamentos que Ford me fez escrever.

VeV - Este é o seu espaço para mandar uma mensagem aos leitores do Vá e Veja que estão lendo essa entrevista.

Uau, quanta pressão, quero muito visitar o seu lindo país antes de 2020! Mas antes que isso aconteça... me procure no Google e meus projetos - Firefrighter, Teed Off, Beastly Battalion e meus blogs GUESTAR e MATEO CARIB!

Agradecemos a Chris Mackey pelo tempo concedido para a entrevista

segunda-feira, agosto 02, 2010

PLANET OF THE VAMPIRE WOMEN!

Trailer final para PLANET OF THE VAMPIRE WOMEN, aguardada produção da Trash Film Orgy.